segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

"A Verdadeira história dos Três Porquinhos"...

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A VERDADEIRA HISTÓRIA DOS TRÊS PORQUINHOS de Jon Scieszka.
Quem disse que existe uma verdade, um ponto de vista, o bem e o mal, separados por um largo muro? O livro faz as crianças pensarem que tudo pode ser relativizado, dependendo de quem conta ou vive a experiência. A obra bem-humorada traz a versão dos fatos, segundo o Lobo Mau.

"Onde Vivem os Monstros"...

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ONDE VIVEM OS MONSTROS de Maurice Sendak.
Max é um menino levado, que se fantasia de monstro e é colocado de castigo pela mãe. No mundo da fantasia infantil, cresce uma floresta no quarto de Max. Ele é levado à terra dos monstros, por meio da qual o autor desconstrói a dicotomia bem e mal.

"Amanhecer Esmeralda"...

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AMANHECER ESMERALDA de Ferréz.
O livro conta a história de Manhã, uma menina negra, moradora de uma favela. O principal drama dela está na aceitação de sua cor e de seu cabelo. Com um texto simples e belas ilustrações, o livro fala sobre a superação da menina e a mudança não só de sua vida, mas também de toda a comunidade.

"O Homem que Amava Caixas"...

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O HOMEM QUE AMAVA CAIXAS é de Stephen Michael King.
É um dos muitos títulos publicados pelo escritor e ilustrador que vive em Sidney. Aos nove anos, King ficou parcialmente surdo e foi daí que o desenho e a pintura ganharam outra conotação em sua vida. A maioria dos seus livros aborda a questão da aceitação das diferenças e os sentimentos humanos.

As crianças e a Leitura...

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Os livros voltados para o público infanto-juvenil seguiram as mudanças da sociedade e se renovaram. Levaram para as suas páginas novos formatos e conteúdos.
Criada para educar os filhos da burguesia em ascensão nos séculos 17 e 18, a literatura infanto-juvenil teve inicialmente um objetivo moralista e didático. Naquela época, o conceito de criança era bem diferente do de hoje. Os guris não passavam de pequenos adultos, que deveriam ser preparados para se tornarem homenzinhos. As meninas estavam em desvantagem no processo de aprendizagem, porque deveriam ser preparadas para qualquer fim que não fosse o intelectual. O certo era se casar e ser uma boa mãe.
Hoje, o estigma de literatura “feita para educar” ainda assombra, e muitas pessoas enxergam nela um mero caráter educativo. Autor e ilustrador de livros infantis, Roger Mello diz que a literatura pode ser aplicada, mas ter função não é a sua finalidade:
– Nossa sociedade é pragmática demais. A arte vem causar a dispersão.
No Brasil, os primeiros livros produzidos especialmente para crianças chegaram no início do século 20, com Monteiro Lobato e as histórias que deram origem ao Sítio do Pica-Pau Amarelo (1921). Apesar do conservadorismo e dos preconceitos apontados hoje em sua obra, Lobato criou novidades transgressoras para a época, uma miscelânea de personagens nunca vistos: uma casa chefiada por uma mulher idosa (Dona Benta), uma boneca que fala tudo que lhe vem à cabeça (Emília) e uma casa cujo compartimento mais importante é uma biblioteca.

Fonte: Zero Hora.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A Sujeira e o Sistema Imunológico...

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Já recebi muita desaprovação por deixar meus filhos bem a vontade com a terra, com chão, areia, pedras.
Enfim, com a aquela "sujeirinha" tão questionada e criticada.
Eles não vivem sujos, mas não sou neurótica a ponto de não deixá-los pés descalços, mãos na terra.
Sempre pensei que quanto mais em contato com o que nos cerca mais os seus organismos reconhecem e combatem possíveis problemas.
Li esta matéria e gostei.
"pesquisa que dá sustentação biológica ao velho ditado que diz que quanto mais cedo as crianças forem expostas a germes na primeira infância, melhor será seus sistema imunológico mais tarde.
Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia descobriram que ser muito asseado pode prejudicar a habilidade da pele de curar-se. A equipe, baseada em San Diego, descobriu que bactérias normais que vivem na pele são responsáveis por uma reação que ajuda a prevenir inflamações quando nos machucamos.
Esses germes amortecem respostas imunológicas hiperativas, que podem fazer com que cortes e arranhões inflamem ou levar a erupções na pele, de acordo com uma pesquisa publicada na edição online da publicação Nature Medicine.
– Na verdade, esses germes são bons para nós – afirmou o professor Richard Gallo, que liderou a pesquisa. "
"As descobertas dão sustentação à hipótese higiênica surgida nos anos 1980, que sugere que a exposição a germes na primeira infância pode preparar o sistema imunológico para prevenir alergias. Essa teoria tem sido usada para explicar por que é cada vez maior o número de crianças em países desenvolvidos (onde sprays e lenços umedecidos antibacterianos são comuns) que sofrem de alergias como febre do feno (alergia ao pólen na primavera) e eczema. "
"– De acordo com a entidade Allergy UK, as taxas de alergia triplicaram no Reino Unido na última década, com uma em cada três pessoas sendo afetada. O grupo de pais Parents Outloud, que defende que as crianças não sejam mimadas nem neuroticamente limpas por regras de saúde e segurança, deu boas-vindas à pesquisa."
"– Tomara que pesquisas assim ajudem os pais a se darem conta de que é natural e saudável que as crianças brinquem ao ar livre e fiquem sujinhas, e que isso não faz nenhum mal à saúde delas – declarou a porta-voz da entidade, Margaret Morrissey."
Fonte: ZeroHora.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Mãe Natureza...

Hoje, após o almoço liguei a televisão e "folhei", se é que isto existe, os canais.
Em um deles parei para assistir a matéria.
Falava sobre o tempo, as chuvas, enchentes, vendavais, deslizamentos, destruição e mortes que assolam nosso país.
A repórter encerrou a reportagem com a pergunta:
-Até quando o tempo vai continuar a nos castigar?
Se eu pudesse naquele momento responder à ela, seria com outra pergunta:
-Até quando nós homens, seres racionais, inteligentes, sensíveis vamos continuar agredindo a natureza?
Ela acertou na parte do "castigo".
Não deixa de ser um "castigo".
Lamentável.
Mas, sempre há tempo de mudar.