quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

"Ser Mãe é Padecer no Blog"...

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Adorei quando li no caderno Donna do ZH uma matéria com este título.
Fala sobre o filme "Uma Mãe em Apuros", que conta a história de Eliza ( interpretada por Uma Thurman) que passa parte dos eu tempo compartilhando pensamentos com seus leitores.
Fala sobre vida familiar, marido, filhos e fatos da rotina diária de uma mãe de família.
Estou louca para assistir qualquer semelhança com a minha vida é mera coincidência.
Não sei o desenrolar do filme, mas acho que talvez vá abordar também questões como frustração, sonhos não realizados,etc ( que não é o meu caso).
Fonte: Folhapress, Ricardo Calil.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Zilda Arns...

Me emocionei ao ouvir o texto lido por Marília Pera, no Fantático.
Texto de Zilda Arns.
Nunca tive tanta clareza sobre como melhorar o mundo.
Clareza e simplicidade.
Cuidar de nossas crianças.
Amor, carinho, exemplo e proteção.
"Como os pássaros, que cuidam de seus filhos ao fazer um ninho no alto das árvores e nas montanhas, longe de predadores, ameaças e perigos, e mais perto de Deus, deveríamos cuidar de nossos filhos como um bem sagrado, promover o respeito a seus direitos e protegê-los." Era com este trecho que Zilda Arns terminaria sua palestra em uma igreja de Porto Príncipe, no Haiti, quando um forte tremor atingiu o país nessa terça-feira, 12.

O Sol, o bronzeado e o bom gosto...

Li esta coluna de Martha Medeiros e mais uma vez adorei.
Adorei e concordo plenamente.
As vezes a mulherada perde o bom senso sobre o bonito e o exgero.
"Já cometi atentados contra a minha pele. Aos 16, 17 anos, ia para a praia de manhã e ficava até o último raio de sol, sem protetor. Em minha defesa, digo que naquela época (Antes de Cristo) não se falava em camada de ozônio e o máximo que se colocava no rosto era Hipoglós, que deixava a nossa turma parecendo uma tribo de aborígenes. Desencanados e desavisados, torrávamos enquanto o rádio tocava: "Garota, eu vou pra California...".Como sempre vivi no Sul, e aqui no Sul existe uma coisa chamada frio, o verão é a época de aproveitar cada réstia de sol para perder o desbotado e ficar preta, preta, pretinha. Depois vem o inverno e só no verão seguinte para recuperar aquele tom saudável – que eu achava que era saudável.As coisas mudam, inclusive essa coisa chamada eu.Outro dia estava dando uma espiada no livro do maquiador Duda Molinos quando deparei com uma afirmação que me calou. Diz ele que não tem coisa mais cafona do que uma mulher bronzeada demais. É uma bandeira de que ela não tem nada mais produtivo pra fazer na vida. Hoje eu concordo e vou mais longe.Mulheres que não pegam sol e mantém-se alvas, peroladas, fazem um tipo interessante, provocam um efeito Nicole Kidman.Mulheres que mantêm um tom dourado, contrastando com os dentes branquinhos e com a camiseta clarinha, são um charme.Mas exagerar no bronzeado deixou de ser uma atitude inteligente, e a gente sabe que a inteligência e a beleza têm parentesco, sim. Algumas esquecem o rumo de casa e fixam residência na praia: são as primeiras a chegar e só saem de lá quando o sol se esconde atrás do último edifício da orla. Sorte delas que os prédios estão cada vez mais altos e roubam a luz mais rápido. São as únicas que se beneficiam com a especulação imobiliária, pois se houvesse apenas as casas de outrora, elas ficariam fritando até o Jornal Nacional começar.Por algum desvio de ótica, nunca achamos que estamos suficientemente bronzeadas. Não nos consolamos com um tom de chocolate ao leite: queremos o tom de chocolate amargo, que só é lindo para quem traz a cor do berço.Longe de mim detonar com o sol. Sou leonina e nunca fui pela sombra. Se pudesse, passaria o dia lagarteando. As recomendações dos dermatologistas de só pegar sol antes das 10h e depois das 16h são maravilhosas para se evitar melanomas, manchas e o envelhecimento precoce, mas sou politicamente correta só até a página 2 – alguns dos meus prazeres são tão imperativos que surram minha bem-intencionada consciência. Mas não abuso, juro que não abuso. E uso protetor solar sempre.Resultado: no verão, fico neguinha, mas não a ponto de parecer que não tenho mais nada de produtivo pra fazer na vida. Tenho. Esse texto de hoje não é o melhor exemplo, mas tenho."

Passagem de Ano...

Talvez por ser uma época em que estamos mais sensíveis parece que sofremos mais com as tragédias que insistem em nos assolar no final e no início de cada ano.
O tempo tem sido ator principal.
Mas, nós seres humanos estamos por trás de tudo, como coadjuvantes.
A natureza está somente dando respostas ao comportamento que o homem tem em relação a ela.
Vale rever conceitos, reavaliar ações e mudar comportamentos.
Senão pelo coletivo, que seja por você mesmo.
Cuide da sua casa.
Seu pleneta é sua casa.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Feliz 2010...

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Neste feriado de Natal li um texto da colunista Martha Medeiros.
Falava sobre as expectativas de um novo ano, um ano melhor que o anterior.
E, que na verdade todos os anos são iguais, nem melhores nem piores.
Na verdade nós temos que fazer a diferença e fazer de um 2010 melhor ou pior.
Nosso comportamento, nossas ações, nossas metas e a forma como nos organizamos fará de nosso ano mais ou menos produtivo, mais ou menos feliz.
Fé, amor, esperança, tolerância, bondade, generosidade são sentimentos que fazem de nós seres humanos melhores.
Assim teremos a paz.
Feliz Ano Novo.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Papai Noel...

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Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.

Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.

Maratona de Natal...

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Até onde deve ir a lista de Natal? Email de boas festas serve? A resposta é uma só: o saco de presentes do Natal deve ser do tamanho do orçamento e do carinho de cada um. Deixe firulas de lado e confira as dicas:
Presente não é obrigação: a lista de quem vai ganhar mimo no Natal não tem tamanho certo, cabem nela todos que você quer e pode agradar. Quem quiser presentear só os mais próximos pode fazê-lo sem neuras. Algumas famílias têm optado por arranjos diferentes, como só presentear as crianças ou substituir a troca de presentes por um amigo-secreto. Quem tem talento pode fazer seu próprio presente.
Enxugue a lista de Natal sem culpa, mas, se possível, resguarde o lugar de pessoas que tornam sua vida mais fácil e segura: porteiro, zelador, empregada, faxineira etc. Algo simples, como um panetone ou outra guloseima natalina, já dá o recado.
Presente caro não é sinônimo de presente bom, muito menos de obrigação de dar outro tão ou mais caro para quem lhe presenteou.
Mas as lembrancinhas demandam o mesmo cuidado dos presentes de luxo: você pode presentear todos os seus amigos com mimos de R$ 10, desde que não compre o mesmo para todos eles. Tente dar mimo de acordo com o gosto de cada um – isso sim, é prova de carinho. Se ele gosta de chocolate, por exemplo, compre as barras que prefere e faça um pacote bonito.
Faltou dinheiro? Expresse seus votos de “Feliz Natal” em um cartão. Mas nada de apenas escrever “Boas Festas” e assinar seu nome. Gaste alguns minutos para deixar uma mensagem personalizada. E-mail tem bem menos encanto, mas é uma solução prática para quem estiver muito atrasado na maratona de Natal.
Todo mundo está sujeito a errar na escolha do presente. Até aí, tudo bem. Só não insista no erro cobrando de quem presenteou por que não usa a blusa que lhe deu ou nunca pendurou aquele quadro que você ofertou no Natal passado.
O presente não lhe agradou, não serviu ou não tem nada a ver com você? Troque, sem grandes dramas. Mas evite constrangimentos alegando que você já tinha algo muito parecido.
Vale-presente deve ser a última opção, apenas quando não havia mais tempo de comprar um presente pensado especialmente para aquela pessoa. Nesse caso, o cartão é obrigatório para dar um toque pessoal. Só não vale fazer a opção mais fácil virar regra.Fonte:clicrbs