quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Receitinha de Amor...

http://www.planetaeducacao.com.br/portal/imagens/artigos/amais/bolinho_chocolate_01.jpg
Nesta semana vi meus filhos trocando ideias sobre um presente pro papai.
Foi aí que lembrei, se não me engano há dois anos atrás, fizemos um presentinho bem original.
Claro que precisou da orientação e coordenação da "mama" pra não virar bagunça.
Eles mesmos preparam um bolo de chocolate. 
Tirei fotos de cada etapa.
Cada um colocou um ingrediente na tigela.
Farinha, açúcar, ovos, etc, etc...
Ambos misturaram a massa e colocaram na forma.
Depois de assado um deliciosa calda e os enfeites.
Muito granulado colorido...
E, a foto final...Os dois sorrindo e segurando o "presente" pronto pra saborear.
Em uma mesma foto montamos todas as etapas da elaboração e ainda puseram uma mensagem.
Eles amaram fazer e ainda emocionaram o personagem principal: o papai.

A importância do Pai...

Nunca concordei quando ouvi de algumas mães ultra-modernas o comentário de que não precisavam de "pai"para os filhos e que davam conta de tudo sozinhas...Se a situação chega nesse ponto... Bola pra frente.
Mas, filho é responsabilidade de pai e mãe. Filho precisa de pai e mãe atuantes.
Li um artigo sobre a importância do pai.
"Apesar de estar mais afetivo, o pai ainda é responsável por dar limites e soltar as amarras dos filhos. A mãe tem uma tendência natural a proteger demais a prole, transmitindo-lhe valores como acolhimento e proteção. Já o pai estimula a independência dos filhos e corta o excesso de proteção da mãe. Seu papel é muito importante na construção da autonomia e da ousadia da criança. A diferença é que antes, a autoridade paterna era acompanhada do medo que as crianças sentiam frente a uma figura tão severa e distante. Hoje, esse processo ocorre de maneira mais saudável, já que os papais não se fazem entender apenas no grito.
O que não pode acontecer é o pai "amolecer" demais e se tornar muito permissivo. Quando isso acontece, as crianças acabam se tornando desobedientes, autoritárias e inseguras. Por isso, cuidado! Ser paciente, carinhoso e atencioso não significa abrir mão da disciplina. Dar limites é, também, uma importante demonstração de amor, já que sem eles os filhos ficam perdidos.
A participação do pai é importante também em muitos outros aspectos. Ele serve como modelo de comportamento para os meninos e também permite que as meninas conheçam e compreendam o universo masculino."
Fonte: www.clicfilhos.com.br

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Polêmica Positiva...

http://wp.clicrbs.com.br/navemae/files/2010/05/gisele-bundchen-with-her-son-benjamin-rein.jpg
Este é um assunto que só me tráz alegrias. Um dos melhores momentos da minha vida foi quando amamentei meus filhos.
Mas, percebo que quando comento sobre "amamentação", acabo muitas vezes "pisando em ovos". Pois, ainda vejo algumas mães que desistem muito fácil diante de alguma dificuldade de amamentar e ainda outras que inacreditávelmente acham não ser tão importante assim. Muitas delas bem esclarecidas.
Alimento e carinho unidos num só ato.
Acho que  polêmica criada sobre as declarações de Gisele Bündchen em relação a amamentação só vêm a somar na campnha a favor do "Aleitamento Materno".
No seu blog ela postou em resposta: 
"— Minha intenção ao realizar o comentário sobre a importância da amamentação não tem nada a ver com a lei, mas com minha paixão por crianças. Tornar-me mãe me trouxe muitas perguntas, estou numa constante busca por respostas do que é o melhor para o meu filho. É uma pena que em entrevistas, algumas vezes, as coisas possam parecer tão dúbias. Tenho certeza de que se estivesse sentada, conversando sobre minhas experiências com outras mães, nós estaríamos apenas compartilhando opiniões. Entendo que cada um tem suas próprias experiências e opiniões. Não estou aqui para julgá-las. Acredito que trazer uma vida para este mundo é o compromisso mais importante que uma pessoa pode assumir e pode ser o mais desafiador também. Creio que, como mães, estamos sempre tentando dar o nosso melhor."
Concordo plenamente e assino em baixo...
http://blog.giselebundchen.com.br

O Luto Infantil...

Lembrei que a umas semanas atrás havia lido um artigo sobre como devemos agir com as crianças diante da morte de um ente querido ou mesmo de um amiguinho da escola.
"O papai está no céu. A mamãe virou um anjo. Se já é difícil para um adulto tentar entender a morte, imagina para as crianças, para os bebês… Morte combina com velhice, mas o que fazer quando ela é precoce?
Segundo a psicóloga especialista em infância e família, Cristina Kruel, até a idade pré-escolar, as crianças não compreendem a morte como algo irreverssível. A partir dos 6 anos, elas começam a entender melhor.
- É preciso responder as perguntas das crianças porque o pai ou a mãe fazem parte da história delas. A explicação vai depender principalmente da crença de cada família.
Os que não são tão pequenos podem ter diferentes reações e desenvolverem até problemas físicos, como febres e dores abdominais. Não existe um período de luto, mas, se o choro constante e a tristeza profunda perdurarem por mais de quatro meses, é preciso procurar ajuda especializada.
- É patológico quando a pessoa não consegue retomar a vida, chora diariamente. Depende da intensidade e da freqüência do luto.
Para os adultos colocar para fora ajuda a aliviar a dor, seja falando ou escrevendo sobre os assuntos. Já os pequenos devem saber o que está acontecendo e não podem ficar sem respostas."
Fonte:Coluna Em Nome do Filho publicada no jornal Diário de Santa Maria

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Lágrimas no Paraíso...

"Uma boa imitação da vida"...

http://escrevoapenas.blogs.sapo.pt/arquivo/rosa.jpg
Ainda triste com o que aconteceu, fui procurar algo de Martha Medeiros, que muitas vezes, coincidentemente me conforta. Achei um texto em que ela fala de um filme ( que assisti), "Nas Profundezas do Mar sem Fim", com Michelle Pfeiffer. No drama ela perde o filho num saguão de hotel. Uma busca incessante. Mas, a vida pós tragédia continua... A mãe se refaz e constrói aos poucos, o que Woopy, no papel de detetive, chama de "uma boa imitação da vida". Aqui tem trechos da coluna de Martha sobre a dor da perda... 
"Pessoas que passam por uma grande tragédia pessoal
têm vontade de dormir para sempre. Nos dias
posteriores ao fato, não encontram forças para erguer
uma xícara de café ou pentear o cabelo. Sorrir
passa a ser um ato transgressor, que gera uma culpa
imensa, pois é como se estivéssemos nos curando
do sofrimento. Passada a fase de hibernação voluntária,
porém, é isso que tem que acontecer: curar-se.
Voltar a viver. Mas como, se já não existe a alegria
original? Rastreando a alegria perdida para tentar
imitá-la."
"A vida como ela é, ou deve ser, inclui festas de
Natal, férias na praia, bate-papos informais com amigos,
comemorações de aniversário, sorrisos para fotos.
Coisas triviais que são fáceis e prazerosas para
quem tem o coração leve, mas que podem ser penosas
para quem possui recordações que não se quer,
nem se pode, abandonar. Para essas pessoas, fatiar
um peru, fazer um brinde, falar banalidades, até
mesmo um banho de mar, tudo tem que ser reaprendido,
tudo tem que voltar a ser um ato inocente. Imitar
essa inocência não é um processo fácil e tampouco
natural, mas é uma sobrevivência legítima. Mais
ainda: é um ato de generosidade, pois revela a consciência
de se continuar a pertencer a uma sociedade
e de exercer um papel importante na vida de quem
nos rodeia."

domingo, 1 de agosto de 2010

Um Anjo no Céu...

http://www.flores-online.com/wp-content/uploads/2009/07/rosa-branca-150x150.jpg
Acidentes, doenças e perdas precoces sempre nos chocam. Principalmente quando acontece algo com pessoas próximas à nós.
Na quinta- feira, um acidente de carro tirou a vida do marido de uma "profe" da escola dos meu filhos. Ficamos muito tristes. Agora uma família não tem mais seu pai ( um menino e uma menina ainda pequenos).
No sábado, mal acordamos e recebemos a notícia de que um casal de amigos nossos havia sofrido um acidente  de carro. Aquaplanagem em uma manhã de chuva e uma pitada do destino...Pai, mãe e um filho de 6 anos. Resultado: Um pai despedaçado com a morte do seu filho querido e uma mãe em estado grave e ainda sem noção do que havia acontecido.
Uma tristeza sem fim nos consumiu. Com certeza nem perto da tristeza daquela famíla.
Paramos nós mais uma vez nos questionando sobre o sentido de tudo.
A impressão que fica quando um filho nos é tirado tão cedo é de que o destino nos deu uma rasteira, pregou uma peça. Pois, nos deixou ser felizes em tantos momentos: a notícia da gravidez, o chá de fraldas, o nascimento, os aniversários, natais, páscoas, dia das mães, dia dos pais, planos e mais planos...E, de repente nos tira o que há de mais importante e valioso em nossas vidas. Hoje com certeza o céu tem mais um "anjo"...