quinta-feira, 15 de abril de 2010

Bullying Virtual...

E aí está mais uma vez o assunto em pauta.
Dias atrás postei sobre os pais estarem alertas e também alertarem seus filhos sobre estas situações que ocorrem principalmente no ambiente escolar.
Pesquisas mostram que a prática pode até mesmo começar antes da escola, no computador.
O bullying virtual, está ocorrendo com maior frequência no Brasil, segundo a pesquisa.

Do universo de alunos entrevistados, 16,8% disseram que são ou já foram vítimas de ciberbullying, enquanto 17,7% se declararam praticantes.

Geralmente, as agressões são feitas por e-mails e praticadas – assim como nas escolas – com maior frequência pelos alunos do sexo masculino.

Adolescentes na faixa etária entre 11 e 12 anos costumam usar ferramentas ou sites de relacionamento para agredir os colegas. Crianças de 10 anos invadem e-mails pessoais e se passam pela vítima.

Independentemente do ambiente, seja ele virtual ou escolar, as vítimas não costumam reagir às agressões e podem passar a apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, diarreia, entre outros. Em casos mais graves, o sentimento de rejeição pode evoluir para algum tipo de transtorno ou chegar ao suicídio.

Fonte: Clic RBS

Fique atento e ajude...

Como perceber que seu filho está sendo vítima de bullying e como ajudá-lo:
- Tem queda repentina nas notas
- Parece feliz nos fins de semana, mas fica infeliz e tenso na segunda-feira
- Exibe imagem corporal de vítima, como ombros encurvados, cabeça baixa, não olha as pessoas nos olhos e se afasta dos outros
- Volta para casa com ferimentos e hematomas inexplicáveis
- Tem doenças frequentes ou finge enfermidades
- Seus bens são constantemente “perdidos’’ ou danificados
- Tem alterações extremas de humor ou chora com facilidade
- Pensa em abandonar a escola
- Evite ser um pai impulsivo que procura imediatamente os pais do agressor
- Não diga a seu filho para se vingar
- Por menores que pareçam ser os eventos, considere-os com seriedade
- Faça perguntas para descobrir o que aconteceu
- Reúna-se com professores
- Denuncie os ataques físicos à polícia

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Dia Internacional do Café...

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Até a pouquinho eu juro que não sabia que existia um dia para o "Café", ou melhor, Dia Internacional do Café.

Que luxo! Mas, ele merece porque tem história e é saboroso.

Sua origem é estimada em cerca de mil anos e está associada aos árabes, que primeiro cultivaram a fruta. A região de Kafa, no Oriente Médio, parece ser o berço do café, tendo inclusive emprestado seu nome à bebida.

Tudo começou na Etiópia, quando um pastor percebeu que suas cabritas gostavam de comer certo fruto pequenino, vermelho e arredondado. Estas mesmas cabritas se mostravam mais espertas e resistentes depois de comê-lo.

Quando o pastor resolveu experimentar as frutas (esmagou-as com manteiga e fez uma pasta), conheceu os efeitos estimulantes do café. A versão bebida, porém, vem dos árabes.

Isto foi no século XV. Com o passar do tempo, o café seria não só saboreado, como estudado em seus efeitos estimulantes e revigorantes.

Através do comércio dos árabes com os europeus, o consumo do café foi se ampliando e, com as grandes navegações, chegou às Américas Central e do Sul.

Café é coisa brasileira. Determinou grandes momentos da nossa história, ditou políticas e comportamentos, é da nossa cultura. Nós não temos o hábito do chá das cinco, como os ingleses, mas é só chegar uma visita em casa, que corremos para fazer um café fresquinho, "passado na hora".

Durante muito tempo o nosso simpático cafezinho ficou sem prestígio. Sua imagem foi associada a idéias negativas, como estresse e distúrbios do sono.

Alguns estudos, aliados a programas de controle de qualidade do café consumido no Brasil, conseguiram mudar este quadro. O produto reconquistou o respeito da população. Revigorado, ganhou novas versões para atingir consumidores mais exigentes: agora, você pode escolher se seu café é descafeinado, orgânico, granulado, solúvel, torrado e moído, torrado em grão,...

terça-feira, 13 de abril de 2010

Edward Bach...

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Dr. Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886, em Moseley, um vilarejo perto de Birmingham, Inglaterra. Com 17 anos alistou-se no Corpo de Cavalaria de Worcestershire, onde pode liberar mais seu amor pelos animais e passar algum tempo em contato com a natureza. Nesta época já não se conformava com os tratamentos paliativos que seus colegas trabalhadores recebiam e acreditava haver um meio de curar realmente, inclusive as doenças tidas como incuráveis. Com 20 anos entrou na Universidade de Birmingham. Finalizou os estudos com o treinamento prático no "University College Hospital" em Londres, em 1912. Além dos diplomas e títulos que obteve ao se formar, recebeu também os títulos de Bacteriologista e Patologista em 1913 e o diploma de Saúde Pública, em 1914.

Para o Dr. Edward Bach, deve ser tratada a personalidade da pessoa e não a doença. A doença seria o resultado do conflito da alma (Eu Superior - a parte mais perfeita do Ser) e da personalidade (Eu Inferior - o que nós somos, no nosso dia-a-dia). Ele dizia: "O sofrimento é mensageiro de uma lição, a alma envia a doença para nos corrigir e nos colocar no nosso caminho novamente. O mal nada mais é do que o bem fora do lugar".

Dr. Edward Bach entendeu que a origem das doenças seria proveniente de sete defeitos: # Orgulho, Crueldade, Ódio, Egoísmo, Ignorância, Instabilidade Mental, Cobiça e Gula.

Apontou sete caminhos do equilíbrio emocional, que seriam: Paz, Esperança, Alegria, Fé, Certeza, Sabedoria, Amor.

E o seu conceito de saúde seria: Harmonia, Integração, Individualidade, Integridade.

O importante seria que a alma e a personalidade estivessem em perfeita sintonia através do equilíbrio emocional. As essências florais de Bach tratam a pessoa e não a doença; a causa e não o seu efeito.

O uso de flores e plantas no tratamento humano é muito antigo. Pesquisas indicam que as flores já eram utilizadas com este objetivo antes de Cristo. Os aborígines australianos comiam a flor inteira para obter os seus efeitos, tanto os egípcios, como os africanos e os malaios já faziam uso delas tratar dos desequilíbrios emocionais. Há registros de que no século XVI Paracelsus já utilizava as essências florais para tratar de desequilíbrios emocionais em seus pacientes. No entanto, a utilização de essências florais ultradiluídas foi introduzida por Bach.

Florais de Bach...

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Já faz dias que estou planejando postar sobre "florais".
Hoje lendo uma matéria sobre os florais e seus benefícios com as crianças não pude deixar passar.
Faz três semanas que meu filho de sete anos começou a tomar os "florais de Bach".
Ansiedade, mudanças bruscas de humor e impaciência estavam atrapalhando demais no seu convívio escolar e na sua rotina diária.
Por indicação resolvi levá-lo a uma avaliação com uma terapeuta floral.
Ele adorou.
Ela me deu dicas sobre o seu comportamento e indicou o melhor floral.
Depois de três semanas o percebo bem mais calmo e tranquilo, com menos mudanças de humor. Em relação a ansiedade que acaba descontada na comida, ainda tenho que ficar bastante atenta.
Aqui vão alguns trechos da matéria sobre os florais e as crianças.
"A maioria dos pediatras prefere não se pronunciar, mas terapeutas garantem que as essências de Bach e seus similares ajudam a criança a lidar com as emoções.
Para o terapeuta floral Francisco Gouveia, essa é uma boa opção para as crianças que sofrem muitas emoções e atravessam períodos de estresse.
– Lidar com as emoções durante a infância pode ajudá-las a crescer felizes e saudáveis – afirma."
"A terapeuta floral Maria Aparecida das Neves explica que os pequenos reagem bem aos florais e, na maioria das vezes, muito mais rápido que os adultos.
– Eles são puros, viveram poucas frustrações e não acumularam sentimentos negativos – justifica.
E acrescenta: as essências florais não mudam a personalidade da criança, mas trazem de volta a harmonia e o equilíbrio da mente no seu desenvolvimento, além de ajudá-las a enfrentar mais felizes as situações da vida. Muitos pediatras, porém, são reticentes quando questionados sobre o uso de florais pelos pequenos."

"Francisco Gouveia diz que é preciso levar em conta não só o comportamento da criança quando ela está com algum problema, mas também sua atitude na escola, em casa, diante das dificuldades da vida.

– Todas as informações são de grande valia para identificar os florais certos, que vão resgatar o equilíbrio emocional e trazer de volta a alegria à criança – diz o terapeuta, que afirma que toda a família deve participar do processo terapêutico."

Fonte: Clic RBS.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Turma da Mônica Jovem...

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Domingo parece que tudo sai da rotina, tudo meio fora de ordem...
Então, à noite todos já haviam ido dormir e o meu adorável filho menor ainda estava sem sono.
Então, fomos para sala, com todas as luzes apagadas, assistir um pouquinho de tv.
Passando os canais acabei assistindo parte de uma entrevista com Maurício de Souza.
Falava sobre os seus personagens e como funcionava toda a estrutura desde a criação até a revista prontinha, saída do forno direto para os seus pequenos leitores e também jovens leitores "teens".
Novidade pra mim.
Sempre adorei a "Turma da Mônica", suas história e mensagens.
Na entrevista Maurício falou sobre a "Turma da Mônica Jovem".
Adorei! Deu ainda mais vida aos personagens.

Mamãe Poderosa...

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Quanta saudade me dá desta fase de pré- gestação e gestação.

Se pudesse voltar no tempo, voltaria pra fazer algumas ou muitas coisas diferentes e aproveitar muito mais esse momento divino.

Ainda mais se na minha época Heidi Murkoff já tivesse escrito o seu novo livro que se prepara para ser um novo best-seller falando sobre a preparação para uma gravidez tranquila.

Assim como também seria muito útil o seu best-seller, de fato, "O Que Esperar Quando Você Está Esperando".

Heidi Murkoff é a "mamãe poderosa" que tem 16 milhões de cópias impressas em 40 países, e já deve ter arrebanhado a leitura de cerca de 93% das grávidas americanas, segundo o jornal USA Today.

Mas a escritora sabe-tudo provoca sentimentos fortes. A apresentadora da TV britânica Mariella Frostrup afirmou que o livro foi uma espécie de bíblia para ela, enquanto a romancista Rachel Cusk o denunciou como “assustadoramente hipócrita”.

Moradora do sul da Califórnia, a escritora agora promove as vendas de um guia de fecundação.

"– Tudo começou quando eu estava grávida pela primeira vez e não tinha a menor ideia do que fazer. Eu era a primeira no meu grupo de amigas. Queria tranquilidade e precisava de alguém para me dizer que todos os sintomas aparentes que eu tinha (coisas estranhas, como saliva em excesso) eram normais. E estava preocupada porque não tinha nenhum enjoo matinal. Quando o escrevi, foi com a missão de ajudar outros pais a dormirem bem à noite – explica Heidi."

Será que meu filho está comendo o suficiente? O choro é normal? Como saber se ele está realmente doente? São inúmeras as preocupações e dúvidas dos pais, principalmente os de primeira viagem.

Heidi também colocou suas dúvidas, preocupações e conhecimentos em "O Que Esperar do Primeiro Ano", onde acompanha mês a mês o desenvolvimento do bebê, esclarecendo tudo que os pais precisam saber sobre o primeiro ano de vida de seu filho. Esta edição traz, por exemplo, nomes de remédios e leis já de acordo com a realidade brasileira. Também mães, Heidi Murkoff, Arlene Eisenberg e Sandee Hathaway organizam o livro em três partes, de acordo com o crescimento da criança, do 1º ao 12º mês. Ao longo de cada capítulo, check-up para que os pais possam se orientar, uma cronologia sobre o desenvolvimento do bebê, os tópicos mais importantes para cada fase.

Tudo o que vem, vem bem...