Há alguns meses li um material chamado "Depressão também é coisa de criança", elaborado por um caderno de saúde local.
Guardei, pois pensei em logo postar algo a respeito do assunto que me chamou a atenção.
Na época, uma das histórias retratadas sobre o quadro dizia sobre uma menina de nove anos, muito feminina, apesar de ter que ostentar lenços no lugar de cabelos.
Ali conta que ela sofre de depressão desde muito pequena e os sintomas começaram a aparecer quando tinha apenas um ano e cinco meses.
A mãe da menina fala que a filha tinha algumas vezes febre, dores de barriga e iam ao médico e nada. Tudo certo com a menina.
E, que nunca havia sido cogitado depressão.
Aos três anos foi internada com diarreia e vômito e então a pediatra viu que poderia ser caso de depressão.
Passou assim o caso para a área psicológica.
Nesta idade a menina então começou a perder o cabelo.
Aos cinco anos ela não tinha mais nenhum fio de cabelo, nem cílio, nem nos braços, nem na cabeça.
O corpo demonstrou através da queda de cabelos que algo estava muito errado com ela.
Além da terapia a menina se trata com dermatologistas para a volta dos fios.
Toma remédios caros numa tentativa de que o organismo não rejeite mais o cabelo.
Mas, os resultados não aparecem.
Próprio da depressão, seu comportamento varia muito.
Pela falta de cabelos sofre muitas vezes com preconceito de alunos na escola.
Segundo a mãe, a menina se sente ofendida quando alguém na rua lhe pergunta "onde é o seu câncer?".
Confusão feita pela falta dos cabelos.
Continuam elas em busca de uma cura.
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