Tenho dois filhos que ainda estão de férias escolares.
Um está na pré-escola e outro na educação infantil.
Suas aulas eram pra ter começado no dia 03 de Agosto e foram adiadas em função da nova gripe por mais duas semanas.
Enfim, continuei a minha peregrinação por parques e praças da cidade.
No inicio achei a medida sensata.
Mas, logo depois questionei.
Percebi que apesar dos cuidados que estava tomando em relação às crianças ( que precisam correr, brincar e gastar a pilha) estava também as expondo.
Me vi tendo que inventar programações ( parques e shoppings) onde estavam em contato com crianças que nunca vimos, algumas tossindo, outras espirrando, usando os mesmos brinquedos e (por mais que se explique) sabe-se lá passando suas mãozinhas na boca, olhos e nariz.
Naquela mesma noite, assistindo a um noticiário estadual, vi a entrevista de uma mãe que a única alternativa foi deixar o filho com uma "senhora" que cuida de crianças nessas situações de emergência. Além de ter que pagar, a casa estava em condições precárias, muitas crianças em um ambiente só e uma pessoa para dar conta de tudo.
Novamente me questionei.
Talvez esta medida amenize.
Mas, penso que ela só transfere ou piora o problema.
Ainda e sempre valem os cuidados:
Salas arejadas, educação para enfrentar a nova gripe, ou seja, lavar bem as mãos e com frequência, ao tossir e espirrar levar o rosto ao braço e se tiver sintomas de gripe não frenquentar a escola.
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