terça-feira, 30 de março de 2010

Junk Food...

http://waynejoseph.files.wordpress.com/2009/10/junk-food-say-no-photo.jpg
"Comida lixo", é uma expressão pejorativa para alimentos com alto teor calórico, mas com níveis reduzidos de nutrientes".
Um novo estudo americano revela que comer alimentos ricos em gordura, como hambúrgueres, batatas fritas e salsicha, pode ser tão viciante quanto fazer uso de drogas pesadas, como a heroína e a cocaína. De acordo com os pesquisadores, a chamada junk food programa o cérebro humano para sentir cada vez mais vontade de ingerir açúcar, sal e gordura, alterando assim os padrões de saciedade e prazer.
Cientis tas do Scripps Research Institut, na Flórida, EUA, provaram com testes feitos em ratos que a compulsão por alimentos gordurosos, funciona como um vício em drogas e difícil de ser combatido.
As cobaias mesmo sabendo que receberiam choques eletrétricos se comecem os alimentos, preferiam continuar comendo.
Privados dos alimentos "junk foods" preferiam passar fome a comer alimentos saudáveis.
A descoberta mostra que certos alimentos podem desencadear a compulsão por comida e a obesidade em humanos.
Fonte: http://veja.abril.com.br e O Globo.

Paternidade: da Caverna ao Apartamento...

http://sementinhakids.files.wordpress.com/2009/05/pai-filho-color-final-3-final-lay.jpg
De maternidade, todo mundo fala. Uma profusão de artigos e reportagens é publicada todos os meses em revistas femininas e, diariamente, em jornais.
– Há muito pouco conhecimento sobre paternidade – atesta o psicanalista Rubens de Aguiar Maciel, da USP e do Hospital das Clínicas, um dos poucos especialistas do país. – Quando comecei o doutorado, em 2006, havia só uma tese sobre o tema. Quatro anos depois, era só aquela e mais a minha. O tema é escasso inclusive em publicações internacionais. No entanto, sustenta, o pai é uma figura fundamental na estruturação da personalidade da criança e seu papel, diferentemente do da mãe, mudou radicalmente nos últimos 100 anos.
Alguns trechos da entrevista...
"Há 100 anos, o papel do homem era o de provedor financeiro da família. Ele se relacionava com o filho na transmissão do ofício em alguns outros aspectos da educação. Mas se limitava a isso. Os cuidados e a educação do dia a dia eram função da mãe. Hoje, há outro tipo de participação, há mais intimidade. O papel do pai autoritário, dominador, que ditava normas de procedimento e comportamento vem sendo abandonado."
"Quando uma criança chega numa família em que é bem-vinda, ela cria uma experiência interna de que o mundo a aceita. Isso é fundamental porque, nos primeiros anos de vida, a criança cria sua estrutura emocional, adquire confiança em si própria e no mundo. Pais inseguros, ansiosos, imaturos, ambivalentes em relação ao filho, geram uma criança com dúvidas, inseguranças, necessidade de ser e agir de acordo com expectativa dos pais. Isso gera na criança um medo de que o mundo não vai recebê-la bem, de que é preciso ficar preocupada em agradar ou não será bem recebida."
"Temos que distinguir entre o papel e a função de pai. O papel é mais normativo, tem a ver com as obrigações morais que ele deve ter diante de sua família. A função é algo mais profundo, diz respeito ao mundo interno da criança, à sua personalidade, seu lado emocional."
Fonte: O Globo.

segunda-feira, 29 de março de 2010

E o seu filho, o que vai ser quando crescer?...

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Recebi por e-mail, do meu marido, um artigo que tem tudo a ver com o que eu e ele pensamos sobre o sistema educacional, os projetos e desejos com relação ao futuro de nossos filhos.
O texto foi escrito por Leandro Vieira que é Mestre em Administração pela UFRGS e Certificado em Empreendedorismo pela Harvard Business School.
Não resisti e tive de postá-lo na íntegra.
"Crianças mal acabam de nascer e seus pais já estão preocupados com o seu futuro profissional. Todas essas inquietações que passamos a ter quando adultos são transferidas automaticamente para os rebentos: precisam aprender vários idiomas, precisam ser líderes (essa é boa!), precisam saber ganhar dinheiro, precisam saber falar em público, precisam ser atletas...
Os estímulos discretos (e, muitas vezes, inconscientes) que a nossa geração recebeu quando criança são substituídos por cursos direcionados a desenvolver competências específicas na garotada de hoje. Pela manhã, aula no colégio; à tarde inglês, natação, algum tipo de reforço escolar, mandarim e mais alguma atividade se houver uma brechinha de tempo; à noite - sem descanso, preguiçoso! -, preparar as atividades da escola para o dia seguinte. É a educação espartana dos tempos modernos. Ninguém sabe se isso dará certo mais na frente. Trata-se de uma paranóia recente, e nenhuma das cobaias chegou ainda à idade adulta. O que se pode comprovar, até o momento, é que os resultados não são muito positivos: mau humor, crianças competitivas e pouco sociáveis, infância reduzida e o surgimento de uma espécie de mini-adultos estressados e ansiosos. Sem tempo para brincar, abstrair e divagar, essas crianças não chegam a descobrir seus verdadeiros talentos. E, de tanto se ocupar com diversas atividades, acabam não se tornando bons em nenhuma delas. Outra consequência nefasta desse tipo de criação, e que pode comprometer a formação do "futuro líder", é justamente a ausência de um dos elementos fundamentais para o sucesso em qualquer profissão: a criatividade.
E, de fato, a produção de ideias é o motor que move o mundo. O sociólogo italiano Domenico de Masi, autor do conhecido livro O Ócio Criativo, é totalmente contrário à nossa cultura ocidental centrada na idolatria do trabalho, do mercado e da competitividade. O autor defende um contraponto necessário à essa cultura, privilegiando uma educação baseada na criatividade: "Educar um jovem para a criatividade significa ajudá-lo a individualizar a sua vocação autêntica, ensinar-lhe como escolher os parceiros certos, como encontrar ou formar um contexto gerador de criatividade, como colocar a mente à vontade, como alimentá-la de liberdade e como estimulá-la, até que, em colaboração com as mentes dos seus colegas, dê à luz a ideia certa. Significa, acima de tudo, educá-los para não temer o fluir incessante das inovações", afirma De Masi.
Outro dia, pesquisando a futura escola dos nossos filhos, eu e minha esposa nos deparamos com alguns absurdos educacionais inconcebíveis. Uma das escolas estampava o slogan "Nós preparamos seu filho para o vestibular". Vestibular? Como assim? Sim, nessa escola, a preocupação com o vestibular começa cedo, assim que termina a alfabetização. Outro colégio estabelecia um ranking dos alunos de acordo com as suas notas. Imaginem como se sentem o primeiro e o último dessa classificação: enquanto um se acha "o cara", o outro se sente o último dos mortais... Essas escolas poderiam mudar o seu slogan para algo do tipo: "Nós formamos os idiotas do futuro".
Como pai de primeira viagem (e embarcando na segunda!), também nutro certas preocupações com o futuro dos pimpolhos. Sei que devemos estimular nossos filhos a se desenvolverem plenamente para que, ao chegarem na idade adulta, tenham um determinado número de competências que os permita enfrentar as agruras da vida com segurança. Por outro lado, sou totalmente contrário à imposição de uma rotina estressante de atividades e, o pior, tolher o direito de nossos filhos de aproveitar a sua própria infância - certamente, a melhor fase da vida, e também a mais curta.
Há alguns anos, muito antes de sonhar em ser pai, fiquei bastante encantado com uma passagem de um dos livros de Howard Gardner, o criador da Teoria das Inteligências Múltiplas, mais do que adequada para finalizar essa breve reflexão:
"Quero que meus filhos entendam o mundo, mas não apenas porque o mundo é fascinante e a mente humana curiosa. Quero que eles compreendam o mundo para fazer dele um lugar melhor."
E o seu filho, o que vai ser quando crescer?"
Por
Leandro Vieira

quinta-feira, 25 de março de 2010

Babá Ideal...

Li um artigo que fala de um tema bem atual.
Antoniele Fagundes é Filósofa, educadora e criadora da empresa Babá Ideal.
No seu trabalho orienta famílias e dá cursos personalizados para babás.
Aí vão alguns trechos e opiniões de Antoniele.
"As famílias brasileiras, vez ou outra, contam com a ajuda de vizinhos, amigos e até parentes para cuidar dos filhos. Criar uma criança é algo trabalhoso e, muitas vezes, é necessário um suporte para aliviar as tarefas e proporcionar um relacionamento saudável para todos. Deste modo, em algum momento na vida de pai e mãe, a ajuda de uma babá é bem vinda e confortável."
"No entanto, algumas famílias se acostumam tanto com essa ajuda que acabam transmitindo toda a responsabilidade de cuidar e educar os filhos para a babá. Partindo daí, existe uma enorme cobrança." "E, muitas exigências feitas à profissional, nem mesmo os pais conseguiriam cumprir. Sobrecarregadas e muitas vezes vivendo sem privacidade, sem tempo individual para descanso físico e mental, a babá torna-se a responsável por tudo que acontece na vida da criança."
"Em famílias, onde os pais trabalham cada vez mais, cabe à babá suprir a carência das crianças. Aconselho, se me permitem, cuidar muito bem desta profissional. Proporcionar condições e oportunidades para que ela consiga "substituí-los" da melhor forma possível. Porém, os pais devem sempre se lembrar que a educação dos filhos é sua responsabilidade. "
Percebo que a infância é cada vez mais respeitada e protegida por leis como o Estatuto da Criança e do Adolescente. Ganhou músicas maravilhosas, livros adequados, alimentação apropriada, brinquedos educativos, roupas para todos os gostos, profissionais especializados (pedagogos, psicopedagogos, fonoaudiólogos, odontopediatras, pediatras etc). Ufa! E, no entanto, está perdendo o que, na minha opinião, será sempre o mais importante: o cuidado daqueles que a criança mais ama: os pais!"
Fale com ela: antoniele@babaideal.com.br ou acesse seu site

quarta-feira, 24 de março de 2010

Nó do Afeto...

http://www.cantinhodapalavraamiga.blogger.com.br/no_afetivo.jpg
Tivemos um encontro com a professora do meu filho. Entre vários assuntos conversados um deles era que a rotina em nossa casa havia mudado. O pai por estar trabalhando em outra cidade tem que acordar muito cedo, antes mesmo do nosso filho acordar. Então, ele ( o pai) comentou que sempre deixa um bilhete de "Bom dia" e "te amo muito" para nosso filho, com a intenção de se fazer presente.
Em seguida a "profe" perguntou se conhecíamos a mensagem do "Nó do Afeto". Eu não lembrava direito, meu marido disse não conhecer. Ela nos resumiu a mensagem.
É por aí mesmo...Gostei tanto que resolvi postar. Sempre existe uma maneira de nos fazer presentes. Nossos filhos precisam nos sentir presentes.
"Houve uma reunião na escola.
A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da presença deles junto aos filhos. Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade de acharem tempo para seus filhos.
Foi então que um pai, com seu jeito simples, explicou que saía tão cedo de casa, que seu filho ainda dormia e que, quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera.
Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim, pois estava cada vez mais difícil sustentar a família. E contou como isso o deixava angustiado, por praticamente só conviver com o filho nos fins de semana.
O pai, então, falou como tentava redimir-se, indo beijar a criança todas as noites, quando chegava em casa. Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol, para que seu filho soubesse que ele estivera ali.
Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e lá estivera. E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.
Aquela história emocionou a diretora da escola que, surpresa, verificou ser aquele menino um dos melhores e mais ajustados alunos da classe. E a fez refletir sobre as infinitas maneiras que pais e filhos têm de se comunicarem, de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros.
O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente, de se fazer presente e, o mais importante, de que seu filho acreditasse na sua presença.
Para que a comunicação se instale, é preciso que os filhos 'ouçam' o coração dos pais ou responsáveis, pois os sentimentos falam mais alto do que as palavras.
É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho, revestidos de puro afeto, curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão, medo do escuro, etc.
Uma criança pode não entender certas palavras, mas sabe registrar e gravar um gesto de amor, mesmo que este seja um simples nó. E você? Tem dado um nó no lençol do seu filho?" Autor desconhecido

segunda-feira, 22 de março de 2010

A Arte de Escutar...

http://cbme.ifsc.usp.br/difusao/ciencia_ouvido.jpg
Quando li este artigo da Martha Medeiros, me senti a personagem principal da peça a qual ela assistiu.
Me dei conta do quanto sou "escutadora" por aí a fora.
Por isso, muitas vezes desabafo no meu blog.
Mas, coincidencia ou não, o assunto em questão já me fez pensar a umas semanas atrás.
Em uma reunião de pais na escola, a "profe" do meu filho logo colocou que gostava muito de falar, fato que percebi no dia e depois, e depois e depois nas várias tentivas de dar dicas sobre o comportamento do filho nos momentos em que ela me requisitava. Ela não parava para ouvir, talvez para respirar. Parece cômico. Logo esta coluna vem para me confortar. Pois não é que é tendência?
"Semana passada esteve em cartaz no Theatro São Pedro uma peça que não trazia nenhum ator global e tampouco uma produção espetaculosa – trazia texto e ideia. A personagem principal da peça era a que menos falava. Era uma espécie de escutadora. Alguém a encontrava numa fila de banco e a escolhia para fazer confissões. Outra pessoa a encontrava num vagão de metrô e contava sua história de vida. Outra ainda a encontrava no vestiário da academia e fazia dela sua confidente sem nem ao menos saber seu nome. Simplesmente eles olhavam para ela e se sentiam confiantes para falar sobre si, para abrir o que de mais íntimo guardavam dentro. E falavam. Falavam. Falavam. Sem serem interrompidos.Vem a calhar essa reflexão numa época em que todos sonham com o papel principal, onde todos sentem necessidade de externar sua opinião, publicar seus pensamentos, conquistar seguidores para suas gracinhas. Todos falam, hoje. Ninguém mais escuta."
"Quase não há mais diálogo, aquela modalidade em que um fala e o outro escuta até o fim, e aí é a vez de o outro falar e de o outro escutar, e essa troca de ideias construir uma conversa pausada e estabelecer um laço."
""Meu ouvido não é penico", defendem-se os que não sabem praticar o silêncio tão necessário para fazer contato. Só queremos ouvir nossa própria voz."

Dia Mundial da Água...

http://mail.google.com/a/mamapost.com/?ui=2&ik=27e52a5404&view=att&th=12785df360570d8f&attid=0.1&disp=inline&zw

Iniciativa Modelo...

Adorei!
Quando li a matéria, achei fantáticas, iniciativa e execução da ideia.
Já que tanto falamos em crise e em mudanças na educação, bem que poderia servir de exemplo ou de ideia já para os nossos "pequenos" que iniciam o ensino fundamental. Por mais mudanças que o sistema já tenha tido nos últimos anos, penso que poderia se usar muito mais o nosso ambiente, a nossa natureza, a liberdade de criatividade, a interatividade, os espaços físicos e as habilidaes de cada um em prol de um aprendizado realmente prazeroso e não tão somente obrigatório. Hoje, para o nosso ainda "atual sistema de ensino" funcionar perfeitamente deve reinar a passividade. Professor falando e aluno ( crianças) sentados escutando. As crianças mudaram, os pais mudaram, o mundo mudou, o sistema continua o mesmo. Novas formas de conexão com os alunos devem surgir. Volto a dizer: Para que o aprendizado não seja somente obrigação e sim prazer em aprender.
Aqui estão alguns trechos do artigo:
"Em 1985, Mikhail Gorbachev implementou a Perestroika, um conjunto de políticas para reorganizar a União Soviética, que se encontrava assim como o socialismo por ela defendido em crise. A mesma palavra, que em russo significa reconstrução, foi utilizada para nomear um curso de criação publicitária fundado em 2007 por quatro colegas que pretendiam gerar uma nova técnica de aprendizado. A empreitada deu tão certo que evoluiu para um conjunto de cursos relacionados à comunicação e que hoje culmina na escola de atividades criativas Perestroika.
Entre 2005 e 2006, os publicitários Tiago Mattos, Felipe Anghinoni e Márcio Callage reuniam-se a cada 15 dias para tentar encontrar um formato interessante e instigante de negócio. "
"O êxito da Perestroika se dá não apenas pelo conteúdo interessante, mas também pela forma como as aulas são ministradas. Baseados na filosofia de que quanto mais à vontade o aluno estiver, mais propício ao aprendizado ele se encontrará, os professores buscaram recursos da teatralidade e da interatividade para chamar a atenção de cada um. Batizado pelos donos da Perestroika de "experience education", a metodologia de aula focada nos estímulos sensoriais permitiu a eles vestirem-se de Branca de Neve, vaca, policial e outros personagens inusitados, para aproximarem-se dos alunos. O número reduzido de alunos na sala é outro fator que facilita a interação."
"– A grande importância do processo criativo não é ter a ideia, porque isso todo mundo tem. O difícil é executá-la. A nossa postura é a do "vai lá e faz", estimulamos muito isso – resume Tiago Mattos."

quarta-feira, 17 de março de 2010

Refrigerente no Bar da Escola...

Nossa família gosta de refrigerantes.
Há anos atrás exagerávamos um pouco e quando vieram os filhos decidimos diminuir em função da saúde, optar pelos de baixa calorias, etc... Enfim, hoje tomamos refrigerantes nos finais de semana ( sábado e domingo, festas de aníver, ocasiões especiais).
Não somos radicais em relação a alimentação, mas estamos nos reeducando, optamos sempre pelo saudável e passamos isso a nossos filhos.
Em relação ao "refri", percebi que se tinha na geladeira durante a semana era uma tentação, por isso a opção pelos finais de semana.
Em recente reunião da escola inclusive fiquei espantada quando soube que refrigerantes eram vendidos no bar da escola ( achei que isso era coisa do passado).
Por ser uma escola conceituada e antenada no saúdavel( estamos em plena era da saúde), fui pega de surpresa...
Penso que não há necessidade de ter refrigentes à venda no bar da escola. Sei que algumas crianças já tem o hábito de não tomar referigerantes. Já os meus, como gostam e não vejo mal nisso ( de vez enquando) provavelmente serão tentados.
Bom, lendo esta notícia, vi que não estou tão fora da realidade assim. Achei uma bela iniciativa.
"A PepsiCo, segunda maior do setor, atrás apenas da Coca-Cola, anunciou hoje que decidiu de forma voluntária cancelar a venda de refrigerantes com açúcar às escolas, a partir de 2012, no mundo todo. A companhia explicou que a política de vendas será aplicada em todos os países em que opera e está em linha com a que já em vigor nos Estados Unidos.
A presidente da PepsiCo, Indra Nooyi, lembrou em comunicado que a companhia já tem em andamento programas em vários países para promover hábitos saudáveis entre os estudantes.
– Essa política em nível mundial será uma parte importante dessa missão, ao ampliar nossa oferta de bebidas nutritivas e de baixas calorias – afirmou Indra.
A PepsiCo diz que trabalhará com engarrafadoras, distribuidores e empresas de vendas, além de com pais e autoridades educativas, para oferecer refrigerantes com baixo conteúdo de calorias em escolas primárias e secundárias.Fonte: Clic RBS"

terça-feira, 16 de março de 2010

Ser Criança é Difícil!...

http://i.s8.com.br/images/books/cover/img3/21470433_4.jpg
Meu filho mais velho é muito questionador e também muito autêntico nas opiniões e pensamentos.
Acho que como a maioria das crianas. Umas mais, outras menos.
Estamos numa fase um pouco difícil com relação ao comportamento dele na escola.
Muitas reclamações surgem de sua rotina diária.
Rotina esta que nós pais e ele estudante sabemos que é uma "obrigação".
Um longo caminho que nós pais preferimos que ele siga com gosto e não desgosto.
Ontem ele trouxe um livro muito interessante: "Ser Criança é Difícil!".
Que veio como uma luva...
O livro trata de um assunto e uma angústia decorrente no dia a dia destes pequenos estudantes de forma leve e divertida, sem tirar a razão é claro, dos pequenos.
Uma mudança coerente de pensamento.
Vale a pena ler junto com seus filhos.
"Ser Criança é Difícil!" foi escrito por Jennifer Moore-Mallinos e traduzido por Roberto Cellino da Costa. A Editora é Escala Educacional.