quarta-feira, 24 de março de 2010

Nó do Afeto...

http://www.cantinhodapalavraamiga.blogger.com.br/no_afetivo.jpg
Tivemos um encontro com a professora do meu filho. Entre vários assuntos conversados um deles era que a rotina em nossa casa havia mudado. O pai por estar trabalhando em outra cidade tem que acordar muito cedo, antes mesmo do nosso filho acordar. Então, ele ( o pai) comentou que sempre deixa um bilhete de "Bom dia" e "te amo muito" para nosso filho, com a intenção de se fazer presente.
Em seguida a "profe" perguntou se conhecíamos a mensagem do "Nó do Afeto". Eu não lembrava direito, meu marido disse não conhecer. Ela nos resumiu a mensagem.
É por aí mesmo...Gostei tanto que resolvi postar. Sempre existe uma maneira de nos fazer presentes. Nossos filhos precisam nos sentir presentes.
"Houve uma reunião na escola.
A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da presença deles junto aos filhos. Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade de acharem tempo para seus filhos.
Foi então que um pai, com seu jeito simples, explicou que saía tão cedo de casa, que seu filho ainda dormia e que, quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera.
Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim, pois estava cada vez mais difícil sustentar a família. E contou como isso o deixava angustiado, por praticamente só conviver com o filho nos fins de semana.
O pai, então, falou como tentava redimir-se, indo beijar a criança todas as noites, quando chegava em casa. Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol, para que seu filho soubesse que ele estivera ali.
Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e lá estivera. E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.
Aquela história emocionou a diretora da escola que, surpresa, verificou ser aquele menino um dos melhores e mais ajustados alunos da classe. E a fez refletir sobre as infinitas maneiras que pais e filhos têm de se comunicarem, de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros.
O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente, de se fazer presente e, o mais importante, de que seu filho acreditasse na sua presença.
Para que a comunicação se instale, é preciso que os filhos 'ouçam' o coração dos pais ou responsáveis, pois os sentimentos falam mais alto do que as palavras.
É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho, revestidos de puro afeto, curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão, medo do escuro, etc.
Uma criança pode não entender certas palavras, mas sabe registrar e gravar um gesto de amor, mesmo que este seja um simples nó. E você? Tem dado um nó no lençol do seu filho?" Autor desconhecido

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